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Mercado do Cacau em 10 de Setembro de 2026: Confira os Valores e o Cenário para os Produtores

Foto do escritor: tiel vídeos
tiel vídeos
10 de set.
7 min de leitura

O mercado do cacau continua chamando a atenção de produtores, compradores e demais participantes da cadeia produtiva. Nesta quinta-feira, 10 de setembro de 2026, acompanhar a cotação do cacau tornou-se ainda mais importante diante das oscilações registradas nos últimos dias.

Para quem trabalha com produção e comercialização de cacau, saber quanto vale a arroba, o quilo ou a saca é fundamental para avaliar o melhor momento de negociação. Entretanto, é importante lembrar que o preço pode variar de acordo com o estado, a região, a qualidade das amêndoas, as condições de negociação e o comportamento do mercado internacional.

Os dados mais recentes disponíveis do mercado físico apontam que, no fechamento de 9 de setembro de 2026, a arroba de 15 kg estava em aproximadamente R$ 311,49 na Bahia, R$ 213,52 no Pará e R$ 303,49 no Espírito Santo. Esses valores servem como referência para acompanhar o mercado neste dia 10.

Preço do cacau hoje: confira a tabela

A tabela abaixo apresenta os últimos valores disponíveis para os três estados produtores acompanhados neste artigo:

Estado

Preço por arroba – 15 kg

Preço por kg

Equivalente por saca – 60 kg

Bahia

R$ 311,49

R$ 20,77

R$ 1.245,96

Pará

R$ 213,52

R$ 14,23

R$ 854,08

Espírito Santo

R$ 303,49

R$ 20,23

R$ 1.213,97

Os valores são referências do mercado físico e podem apresentar diferenças entre municípios, compradores e negociações individuais. A conversão considera uma arroba de 15 kg e uma saca de 60 kg.

Bahia continua entre as principais referências

A Bahia possui uma das cadeias produtivas de cacau mais importantes do Brasil e, por isso, a cotação praticada no estado é acompanhada diariamente por produtores e compradores.

No último fechamento disponível, a arroba de 15 kg ficou em R$ 311,49. Esse valor representa aproximadamente R$ 20,77 por quilo ou R$ 1.245,96 para uma quantidade equivalente a 60 kg.

Durante setembro, entretanto, o mercado apresentou bastante oscilação. No início do mês, a arroba chegou a valores superiores a R$ 360, enquanto posteriormente houve recuo. A série histórica mostra que o preço passou de R$ 364,10 em 1º de setembro para R$ 311,49 em 9 de setembro, mostrando uma queda significativa durante o período.

Essa movimentação demonstra por que o produtor precisa acompanhar não somente o preço de um único dia, mas também a tendência das últimas semanas.

Preço do cacau no Pará

No Pará, a última cotação disponível utilizada como referência neste artigo foi de R$ 213,52 por arroba de 15 kg.

Convertendo o valor, isso representa aproximadamente R$ 14,23 por quilo e R$ 854,08 para 60 kg.

O Pará também apresentou forte oscilação no começo de setembro. De acordo com o histórico disponível, o valor chegou a R$ 266,13 por arroba no dia 1º de setembro e recuou para R$ 213,52 no fechamento de 9 de setembro.

Essa diferença mostra como o mercado pode mudar rapidamente. Para o produtor paraense, acompanhar a cotação regional é especialmente importante porque o preço efetivamente recebido pode depender da localização da propriedade, qualidade do produto, comprador e condições de entrega.

Cotação do cacau no Espírito Santo

O Espírito Santo também aparece entre as principais regiões produtoras acompanhadas pelo mercado.

No fechamento de 9 de setembro, a referência indicada foi de R$ 303,49 por arroba de 15 kg. Isso corresponde a aproximadamente R$ 20,23 por quilo ou R$ 1.213,97 por 60 kg.

O estado também apresentou queda ao longo de setembro. A cotação registrada no primeiro dia do mês estava em R$ 356,10 por arroba, enquanto o fechamento de 9 de setembro ficou em R$ 303,49.

Para o produtor, essa diferença reforça a importância de acompanhar o mercado antes de fechar uma negociação.

Por que o preço do cacau muda tanto?

O preço do cacau não depende de apenas um fator. Ele é resultado de uma combinação de elementos que influenciam a oferta e a demanda.

Entre os principais fatores estão:

  • produção mundial;

  • estoques disponíveis;

  • condições climáticas;

  • qualidade das amêndoas;

  • volume de oferta dos produtores;

  • demanda da indústria de chocolate;

  • cotação do dólar;

  • preços internacionais;

  • custos de transporte;

  • condições de negociação entre produtor e comprador.

Quando existe expectativa de menor oferta, o mercado pode reagir com aumento dos preços. Por outro lado, quando há maior disponibilidade de produto ou redução da demanda, as cotações podem recuar.

Por isso, uma alta ou queda registrada em determinado dia não significa necessariamente que a mesma tendência continuará durante todo o mês.

O dólar também merece atenção

Outro fator importante para o mercado brasileiro é a cotação do dólar.

Como o cacau é uma commodity negociada em um mercado internacional, as mudanças no câmbio podem influenciar a formação dos preços no Brasil.

Em 10 de setembro de 2026, o dólar estava sendo negociado em torno de R$ 5,14 durante a abertura do mercado, segundo informações publicadas naquele dia.

Uma moeda brasileira mais desvalorizada pode aumentar, em reais, o valor de determinadas commodities internacionais. Porém, isso não significa que o preço pago diretamente ao produtor vá subir automaticamente na mesma proporção.

Existem outros fatores entre a cotação internacional e o valor recebido na propriedade.

O mercado internacional influencia o cacau brasileiro

O cacau brasileiro faz parte de uma cadeia que está ligada ao mercado internacional.

As negociações internacionais podem afetar as expectativas de compradores, indústrias e produtores. Por isso, acompanhar somente o preço praticado na cidade onde o produtor mora pode não ser suficiente para compreender completamente o comportamento do mercado.

O produtor pode observar três informações principais:

1. Cotação internacional

Mostra o comportamento do cacau no mercado global.

2. Cotação do dólar

Ajuda a entender como os preços internacionais podem ser convertidos para a realidade brasileira.

3. Mercado físico regional

Mostra uma referência mais próxima da realidade de quem efetivamente vende o cacau.

A combinação dessas informações oferece uma visão mais completa do cenário.

Cacau certificado pode alcançar valores diferentes

Outro ponto importante é a qualidade e a classificação do produto.

O cacau certificado pode receber valores superiores ao cacau convencional, dependendo do programa de certificação, qualidade, comprador e condições do contrato.

Dados recentes disponíveis para 9 de setembro indicam, como referência, R$ 375,80 por arroba para cacau certificado na Bahia, contra R$ 308,01 para o convencional na mesma referência utilizada pela fonte. No Pará, a referência do certificado estava em R$ 280,81, enquanto no Espírito Santo estava em R$ 335,80.

Isso mostra que o produtor não deve observar somente o peso do produto. Qualidade, certificação, padrão de fermentação, secagem e outros critérios também podem influenciar a negociação.

Qualidade pode fazer diferença no preço recebido

Duas propriedades localizadas na mesma região podem receber valores diferentes pelo cacau.

Isso acontece porque o comprador pode analisar características como:

  • qualidade da fermentação;

  • nível de umidade;

  • limpeza das amêndoas;

  • tamanho das amêndoas;

  • presença de defeitos;

  • armazenamento;

  • volume negociado;

  • regularidade da entrega.

Um produto com melhor padrão pode encontrar compradores dispostos a pagar um prêmio.

Por isso, melhorar os processos de colheita, fermentação, secagem e armazenamento pode ser tão importante quanto acompanhar diariamente a cotação.

O que esperar para os próximos dias?

É impossível afirmar com certeza se o preço do cacau vai subir ou cair nos próximos dias.

O histórico de setembro mostra justamente como o mercado pode mudar rapidamente. Na Bahia, por exemplo, a cotação saiu de R$ 364,10 no início do mês e chegou a R$ 311,49 no fechamento de 9 de setembro. No Pará, passou de R$ 266,13 para R$ 213,52 no mesmo intervalo.

Apesar da queda acumulada, houve uma pequena recuperação no último registro disponível: em 9 de setembro, a Bahia avançou 0,54%, o Pará subiu 0,78% e o Espírito Santo teve alta de 0,55% em relação ao dia anterior.

Esse movimento mostra que o mercado pode apresentar recuperação mesmo depois de fortes quedas.

Produtor deve vender agora ou esperar?

Essa é uma decisão que depende de cada produtor.

Não existe uma regra que determine que vender imediatamente será sempre melhor ou que esperar alguns dias garantirá um preço maior.

O produtor precisa considerar seus próprios custos, necessidade de caixa, capacidade de armazenamento, qualidade do produto e as condições oferecidas pelos compradores.

Também é importante comparar propostas. Em determinadas situações, uma pequena diferença no preço por arroba pode representar uma diferença significativa quando o produtor possui uma quantidade maior de cacau para vender.

Como calcular quanto vale a produção

Para entender o valor aproximado de uma produção, é possível utilizar a cotação por arroba.

Uma arroba corresponde a 15 kg.

Uma saca de 60 kg corresponde a quatro arrobas.

Por exemplo, utilizando a referência da Bahia de R$ 311,49 por arroba:

R$ 311,49 × 4 = R$ 1.245,96

Assim, 60 kg equivalem aproximadamente a R$ 1.245,96 nessa referência.

É importante destacar que esse cálculo serve apenas como referência matemática. O valor efetivamente recebido pelo produtor pode ser diferente conforme a negociação, qualidade e condições comerciais.

A importância de acompanhar o preço todos os dias

O mercado do cacau pode mudar rapidamente. Por isso, quem produz ou comercializa precisa acompanhar as cotações com frequência.

Uma cotação registrada hoje pode ser diferente amanhã.

Além disso, observar somente o preço atual pode esconder uma tendência importante. Quando o produtor acompanha o histórico, consegue perceber se o mercado está em período de alta, queda ou estabilidade.

No início de setembro, por exemplo, as cotações estavam significativamente acima dos valores registrados no fechamento do dia 9.

Por esse motivo, uma tabela atualizada diariamente pode ser uma ferramenta útil para produtores e compradores.

O preço do cacau hoje, 10 de setembro de 2026, segue em um cenário de bastante movimentação. Os últimos dados disponíveis do mercado físico, referentes ao fechamento de 9 de setembro, apontam aproximadamente R$ 311,49 por arroba na Bahia, R$ 213,52 no Pará e R$ 303,49 no Espírito Santo.

A análise dos primeiros dias de setembro mostra que houve uma queda importante nas três regiões, mas o último fechamento apresentou uma pequena recuperação diária.

Para o produtor, acompanhar apenas um valor não é suficiente. É importante observar a cotação regional, o histórico, a qualidade do cacau, o comportamento do dólar e as condições oferecidas pelos compradores.

O mercado pode mudar rapidamente, e por isso informações atualizadas são importantes para ajudar o produtor a entender melhor o momento de comercialização.

Continue acompanhando o Preço do Cacau Hoje para consultar novas cotações, comparar os valores entre os estados produtores e acompanhar as mudanças do mercado.

Observação: os valores apresentados neste artigo são referências informativas do mercado físico e podem variar conforme região, comprador, qualidade do produto e condições da negociação. A cotação de 10/09 pode sofrer atualização ao longo do dia; os números estaduais utilizados acima correspondem ao último fechamento disponível, de 09/09/2026.

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