Preço do Cacau Hoje – 20/08/2026: Cotação Atualizada, Mercado Internacional e Perspectivas
Atualizado: 28 de ago.

O mercado do cacau começa esta quinta-feira, 20 de agosto de 2026, com atenção voltada para a movimentação das bolsas internacionais e para os preços pagos ao produtor no Brasil. A cotação internacional apresentou recuperação recente, influenciada principalmente pela variação do dólar e pelas expectativas em relação à produção da África Ocidental, região responsável por grande parte da oferta mundial.
No Brasil, a referência mais recente encontrada para as cotações internas estava atualizada em 19/08/2026. Por isso, os valores nacionais apresentados neste artigo devem ser entendidos como a última cotação disponível, enquanto o mercado internacional já possui dados referentes a 20/08/2026. Essa diferença de horário e atualização é comum, pois cada mercado possui seu próprio calendário e horário de divulgação.
Estado | Cotação convencional | Unidade | Variação |
Bahia | R$ 349,73 | Arroba | +3,52% |
Espírito Santo | R$ 1.398,92 | Saca | +3,52% |
Pará | R$ 15,32 | Quilo | +5,51% |
Também há referências para cacau certificado, com base nas indústrias:
Estado | Cacau certificado |
Bahia | R$ 392,42 por arroba |
Espírito Santo | R$ 1.489,68 por saca |
Pará | R$ 19,16 por quilo |
Esses valores foram divulgados com atualização de 19/08/2026 e representam a referência mais recente encontrada para o mercado brasileiro até a publicação deste artigo.
Mercado internacional do cacau em 20 de agosto
No cenário internacional, o cacau opera próximo da faixa de US$ 6 mil por tonelada. A referência consultada para 20/08/2026 indicava aproximadamente US$ 6.042,21 por tonelada, com leve avanço diário. No acumulado de um mês, o mercado mostrava valorização, embora o preço permanecesse abaixo do registrado um ano antes.
A movimentação internacional é extremamente importante para o produtor brasileiro. Quando as bolsas de Nova York e Londres sobem, existe a possibilidade de o mercado físico brasileiro receber influência positiva. Porém, essa relação não é automática. O preço final pago ao produtor depende também do dólar, da qualidade do produto, do volume disponível, dos custos logísticos e das condições de compra de cada empresa.
Bahia: atenção especial ao preço da arroba
A Bahia continua sendo uma das principais referências quando o assunto é cacau no Brasil. Para o produtor baiano, acompanhar diariamente a cotação da arroba é fundamental para avaliar o melhor momento de comercialização.
Na última atualização disponível, o cacau convencional na Bahia estava cotado a R$ 349,73 por arroba, enquanto o cacau certificado, na base das indústrias, aparecia em R$ 392,42 por arroba.
É importante lembrar que o valor efetivamente recebido pelo produtor pode variar entre municípios, compradores e características do lote. Qualidade, fermentação, secagem, umidade e padrão das amêndoas podem fazer diferença na negociação.
Por isso, o produtor não deve olhar apenas para uma cotação geral. Comparar propostas e acompanhar o mercado pode ajudar na tomada de decisão.
Espírito Santo mantém importância no mercado nacional
No Espírito Santo, a última referência encontrada indicava R$ 1.398,92 por saca para o cacau convencional e R$ 1.489,68 por saca para o cacau certificado. A variação registrada na atualização foi positiva.
O estado possui produtores que trabalham com diferentes modelos de produção e comercialização. Dessa forma, acompanhar tanto o mercado local quanto o cenário internacional pode oferecer uma visão mais completa.
A diferença entre o cacau convencional e o certificado também demonstra como a qualidade, a rastreabilidade e determinados padrões exigidos pelo mercado podem influenciar a remuneração.
Pará e o crescimento da produção brasileira
O Pará tem papel cada vez mais importante na produção nacional de cacau. Na última cotação disponível, o produto convencional aparecia a R$ 15,32 por quilo, enquanto a referência para o cacau certificado chegava a R$ 19,16 por quilo.
A diferença entre os valores mostra que o mercado não é formado por um único preço. Existem negociações diferentes de acordo com qualidade, certificação, destino do produto e condições comerciais.
Para o produtor paraense, acompanhar a cotação por quilo e observar a movimentação internacional pode ser uma estratégia importante para entender a direção do mercado.
Por que o preço do cacau muda tanto?
O cacau é uma commodity agrícola negociada globalmente. Isso significa que acontecimentos em outros países podem influenciar diretamente o valor recebido pelos produtores brasileiros.
Entre os principais fatores estão:
1. Produção da África Ocidental
Costa do Marfim e Gana possuem grande importância na oferta mundial. Alterações climáticas, problemas nas lavouras e mudanças nas expectativas de produção podem provocar forte volatilidade nas bolsas internacionais.
2. Clima
Chuvas em excesso, períodos de seca, temperaturas desfavoráveis e outras condições climáticas podem afetar o desenvolvimento das plantações.
As condições para a safra 2026/27 continuam sendo acompanhadas pelo mercado. Fontes internacionais apontam preocupações relacionadas ao clima e às perspectivas de produção, fatores que podem aumentar a volatilidade das cotações.
3. Estoques mundiais
Quando os estoques aumentam, o mercado pode sofrer pressão. Por outro lado, uma redução na disponibilidade pode favorecer preços mais altos.
4. Dólar
A variação da moeda americana também é importante. Como o cacau é negociado internacionalmente em dólares, mudanças cambiais podem alterar a competitividade e os preços de referência.
5. Consumo mundial
A demanda das indústrias de chocolate também influencia o mercado. Uma redução no consumo pode pressionar os preços, enquanto uma demanda maior pode aumentar a procura pelas amêndoas.
Nova York e Londres seguem no radar
Os contratos internacionais continuam sendo uma referência importante para acompanhar o mercado. Na atualização anterior do mercado futuro, o contrato de setembro de 2026 em Nova York aparecia a US$ 6.046 por tonelada, enquanto os contratos seguintes também permaneciam próximos da faixa de US$ 6 mil.
Em 20 de agosto, a referência internacional consultada indicava o cacau em torno de US$ 6.042,21 por tonelada, mostrando que o mercado seguia operando em um patamar elevado quando comparado à média histórica, apesar da forte volatilidade observada nos últimos anos.
O que esperar do preço do cacau nos próximos dias?
O mercado continua sujeito a mudanças rápidas. Uma nova previsão de safra, alterações no clima da África Ocidental, movimentações cambiais ou notícias relacionadas à oferta podem provocar oscilações.
Neste momento, o cenário merece acompanhamento diário. O produtor que pretende vender sua produção deve observar:
A cotação internacional;
O comportamento do dólar;
Os preços praticados na Bahia, Pará e Espírito Santo;
As condições de compra das indústrias;
A qualidade e a classificação das amêndoas;
O custo do transporte e da comercialização;
A diferença entre cacau convencional e certificado.
Não existe um único preço válido para todo o Brasil. O valor pode mudar conforme a região e as características do produto.
Vale a pena vender o cacau agora?
A decisão depende da situação de cada produtor. Quem possui produto armazenado precisa avaliar os custos, a necessidade de capital, a qualidade das amêndoas e as ofertas disponíveis.
Como o mercado internacional apresenta volatilidade, vender toda a produção de uma única vez pode não ser a única alternativa. Alguns produtores preferem acompanhar as cotações e negociar em etapas, mas a melhor estratégia depende das condições financeiras e comerciais de cada propriedade.
O mais importante é acompanhar informações atualizadas e comparar as propostas de compradores antes de fechar negócio.
Conclusão: preço do cacau hoje, 20/08/2026
O mercado do cacau chega ao dia 20 de agosto de 2026 com atenção voltada para o comportamento das bolsas internacionais e para as perspectivas da próxima safra mundial.
No mercado brasileiro, a última atualização disponível apontava R$ 349,73 por arroba na Bahia, R$ 1.398,92 por saca no Espírito Santo e R$ 15,32 por quilo no Pará para o cacau convencional. Para o produto certificado, as referências eram superiores, chegando a R$ 392,42 na Bahia, R$ 1.489,68 no Espírito Santo e R$ 19,16 por quilo no Pará.
No mercado internacional, o cacau permanecia próximo de US$ 6 mil por tonelada em 20/08/2026, em um cenário influenciado por clima, produção, estoques, demanda e movimentação cambial.
Acompanhar o preço do cacau todos os dias é essencial para entender as oportunidades do mercado. As cotações podem mudar rapidamente, e informações atualizadas ajudam o produtor a tomar decisões mais conscientes na hora de comercializar sua produção.
Confira diariamente as atualizações do preço do cacau, as cotações da Bahia, Pará e Espírito Santo e as principais notícias que movimentam o mercado!



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